15 junho

Acesso e permanência das pessoas com deficiência visual

Iniciativa das Pró-Reitorias de Extensão (PROEX) e Ensino (PROEN), o Programa LEDOR representa um marco histórico na política de acesso e permanência de pessoas com deficiência visual na UEMG. O Programa, operacionalizado por meio do Edital 03/2018, possibilita que estudantes regularmente matriculados na Universidade passem a acompanhar sistematicamente, na condição de bolsistas,  professores e estudantes com deficiência visual na execução das atividades acadêmicas.

 

Para ser um LEDOR é preciso participar de processo seletivo por meio de Edital. No ano de 2018 os pré-requisitos foram:

  • Ser estudante devidamente matriculado a partir do 3º período;
  • Não estar cursando o último período do curso de graduação no primeiro semestre de 2018;
  • Ter boa dicção, entonação e leitura, bom relacionamento interpessoal, conhecimentos gerais.

De acordo com o Edital 03/2018, o LEDOR desenvolverá as seguintes atividades:

  • Ler cuidadosamente todos os materiais de leitura solicitados no período de aulas da Unidade;
  • Digitar materiais impressos e salvá-los em formato de Editor de texto;
  • Enviar e-mails com conteúdos acadêmicos, como trabalhos, exercícios e outros, acompanhando até a finalização das tarefas acadêmicas;
  • Contribuir para acessibilidade aos espaços e conteúdos curriculares dos estudantes com deficiência, acompanhando-os nos ambientes e nas situações escolares pertinentes.
  • A carga horária semanal das atividades será de 20 horas totais, a ser desenvolvida de segunda a sexta-feira no período de 01/04/2018 a 15/12/2018, e, eventualmente, aos sábados, mediante demanda do discente com deficiência e em acordo prévio com o estudante, que será notificado da necessidade apresentada.

Na condição de bolsista, o estudante LEDOR faz jus à :

  • 8 (oito) parcelas mensais no valor de R$ 500,00 e 1 (uma) parcela no valor de R$ 250,00. 

Conheça o Edital que selecionou bolsistas que estão atuando em 2018 e fique atento às próximas seleções! 

http://www.uemg.br/downloads/extensao/EDITALPROEXPROEN032018Ledor.pdf

 

 

20 abril

 

Publicado o Decreto N° 47.389 de 23 de março de 2018, que dispõe sobre o Programa Estadual de Assistência Estudantil – PEAES. Este Programa representa uma conquista histórica para os estudantes da UEMG e da UNIMONTES e articula no âmbito do ensino superior a assistência estudantil às atividades de ensino, pesquisa e extensão visando os seguintes objetivos:

I – democratizar a permanência dos estudantes nos cursos de graduação, pós-graduação e cursos técnicos de nível médio mantidos pela Universidade do Estado de Minas Gerais – Uemg – e pela Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes;
II – viabilizar a igualdade de oportunidades de acesso e minimizar os efeitos da desigualdade social na permanência dos estudantes na vida acadêmica;
III – aumentar a taxa de conclusão e reduzir as taxas de retenção e evasão;
IV – apoiar o desenvolvimento acadêmico, social, cultural e profissional dos estudantes;
V – contribuir para a promoção da inclusão social pela educação.

Os recursos a serem alocados pelo governo do Estado no Programa devem ser direcionados para as seguintes modalidades prioritárias de auxílio:

  • moradia;
  • alimentação;
  • transporte;
  • auxílio-creche e
  • apoio didático-pedagógico.

 

Além destas modalidades prioritárias também podem ser instituídas ações de assistência estudantil que focalizem:

 

  • atenção à saúde;
  • inclusão digital; 
  • cultura; 
  • esporte; 
  • acesso, participação e aprendizagem de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação.

A definição dos critérios para concessão do benefício e da metodologia de seleção e permanência dos alunos  a serem beneficiados cabe às Universidades. Assim, a implementação e gestão da política contará com a participação da representação estudantil na definição desses critérios.

A efetivação do PEAES nas Universidades depende da liberação de recursos no orçamento do governo do Estado com esta finalidade, o que é aguardado.

Saiba mais!

http://www.tecnologia.mg.gov.br/application/noticias/noticia/704/governo-de-minas-gerais-atende-reivindicacao-historica-de-universitarios-carentes

http://jornal.iof.mg.gov.br/xmlui/handle/123456789/197602

 

 

6 março

Beatr

 

Prezadxs,

 

Com grande tristeza, recebemos a notícia do falecimento da profa. Beatriz Bento de Souza, professora e ex-diretora da Unidade de Leopoldina/UEMG.

A professora foi liderança ativa na Universidade, atuando em diferentes espaços da gestão, do ensino, da pesquisa e extensão. Seu legado de lutas pela educação pública de qualidade e pela população afrodescendente são contribuições que permanecerão em nossos corações e em nossas ações. A equipe do Programa Ações Afirmativas lamenta profundamente a perda de tão importante colaboradora e saúda essa grande mulher negra.

Equipe de Coordenação

 

6 dezembro

Atividade extensionista debate a História dos Povos Indígenas no Brasil

Professor Me. Adelino Francklin

Coordenador do curso de Licenciatura em História da UEMG-Passos

Coordenador do Laboratório de História da UEMG-Passos

Em abril de 2017  aconteceu a  Semana em comemoração à História dos Povos Indígenas no Brasil. Durante essa semana o Laboratório de História realizou diversas atividades junto à comunidade estudantil da rede pública e particular da cidade de Passos e região. Foram abordados temas alusivos à história dos povos indígenas no Brasil através de palestras ministradas pelos estagiários do Laboratório de História e exibido um documentário na sala de vídeo. Os alunos  da educação básica também conheceram o Laboratório de História da Unidade Passos e ficaram encantados com o seu acervo.

Semana - Hist. dos Povos Indigenas no Brasil-4

Semana - Hist. dos Povos Indigenas no Brasil - 2

24 novembro

CURSINHO POPULAR PRÉ-ENEM E PRÉ-VESTIBULAR HELENA ANTIPOFF NA UEMG IBIRITÉ

 

Orientador: Alexandre Túlio Amaral Nascimento.

Bolsistas Paex: Maria Luiza Alves Zortéa e Pedro Henrique Horta Braga.

Professores Voluntários: Agatha Campos, Amanda Carolina, Ana Clara Castilho, Anderson Rodrigues, Andrelino Filho, Bruna Caroline, Bruna Coelho, Cleiciana Regina, Danilo Augusto, Eunice Maria, Júlio Roger, Karine de Oliveira, Leonardo de Paula, Marcos Vinicius, Maria Luiza Zortéa, Matheus Fernandez, Nadia Cota, Nayara Veloso, Pedro Henrique Horta, Raquel Penido, Rayane Pereira, Ricardo Penido e Rosemari Diegues.

Devido à defasagem na educação básica, muitos alunos optam por fazerem cursos preparatórios, na expectativa de conseguirem melhores resultados no ENEM e em outras provas de vestibulares, a fim de conquistarem uma vaga nas universidades. É notável a discrepância da qualidade de ensino entre as escolas particulares e públicas e alunos de baixa renda não tem acesso aos cursinhos pagos.

Diante dessa realidade, o Cursinho Popular Helena Antipoff surge com intuito de atender alunos carentes e favorecer o ingresso dos mesmos nas instituições universitárias. Além disso, há uma integração entre ensino e extensão, na medida em que oferecemos aos estudantes universitários de diversos cursos, especialmente aos de licenciatura, a oportunidade de praticarem e exercitarem as disciplinas e habilidades que aprendem em sala de aula. Ainda, essas experiências podem se apresentar como campos férteis de pesquisas acadêmicas na área de educação e ensino e permitem maior integração da comunidade local com o campus da UEMG  Ibirité.

As aulas, iniciadas em agosto e com o término previsto em dezembro, estão sendo realizadas de segunda à sexta feira e contam com o envolvimento de estudantes voluntários e professores que ministram as aulas de acordo com os conteúdos mais cobrados nas provas de vestibular.

O projeto foi aprovado em primeiro lugar no Edital PAEX na Unidade Ibirité em 2017 e contemplado com a premiação do Edital.

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