4 outubro

Dona Armezinda é trabalhadora rural do município de Espera Feliz/MG e participante do projeto “PertenSer  mulher: capacitando mulheres do Caparaó”. É idealizadora do grupo de mulheres “Raízes da terra”, que envolve cerca de 20 mulheres no desenvolvimento de projetos e articulação de saberes voltados à agroecologia, como também na alfabetizando de trabalhadoras rurais.  Dona Armezinda ganhou o concurso em 1° lugar na categoria melhor texto, com o título: “A vida não é para ser escravizada ou para ser engolida, é para ser vivida com dignidade”,  relatando seu processo de vida e interação com à terra, em meio à lutas e desafios. Confira mais sobre o concurso e leia o texto redigido por ela no link abaixo:

Conheça as ganhadoras do concurso #MulheresRurais, mulheres com direitos – Mulheres Rurais

28 setembro

COORDENADORA:  Prof. MSc. Viviane da Silva de Oliveira

EQUIPE:  Daniel Martins Gonçalves (Bolsista PAEx 2017), Thaise Oliveira Paula e Virgínia Nunes Pinto.

        O Parque Nacional do Caparaó (PNC) está inserido numa região que manifesta evidente vocação para desenvolvimento de atividades turísticas, que consequentemente podem aliar a conservação e a geração de renda. Visando a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável do território de abrangência do PNC, desde o ano 2011, com o apoio do PAEx, o “Projeto Quatis do Caparaó”, vem realizando atividades de pesquisa e extensão no parque e em suas comunidades de entorno.
         No ano 2015, com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Espera Feliz/MG, se propôs a implementar   o subprograma “PertenSer” Mulher, com o objetivo de despertar o sentimento de pertencimento das moradoras do entorno, bem como desenvolver atividades que promovam a melhoria da geração de renda e desenvolvimento sustentável desta região, por meio da produção e comercialização coletiva de artefatos, retratando a natureza, a cultura e as característica do local.
         Ações piloto do subprograma foram desenvolvidas com grupos de mulheres localizados no entorno.  Dentre elas, a realização de um diagnóstico participativo ao longo dos anos   2015 e 2016. A partir do diagnóstico, foi possível identificar que a baixa comercialização dos artesanatos fabricados pelas integrantes do grupo, associado ao acesso à “indústria cultural” e atual crise financeira do país, têm obrigado as mulheres participantes a diminuírem a produção desses artesanatos e a se envolverem com outras atividades mais lucrativas para garantir a complementação de renda da família, descaracterizando assim a tradição do grupo.
Identificou-se ainda que, os produtos artesanais fabricados pelas integrantes necessitam de aprimoramento para alcançar os padrões de comercialização, bem como as mulheres envolvidas   necessitam aprimorar   conhecimentos de autogestão, formação de preço, gerenciamento de negócios, entre outros, fazendo-se necessária a capacitação do grupo.
         Outro fator importante revelado pelo diagnóstico, foi o baixo conhecimento sobre o PNC, incluindo objetivos, relevância ecológica e importância para o desenvolvimento socioeconômico da região, demonstrando baixo sentimento de pertencimento e identidade com esta unidade de conservação.
         A constatação desta situação implicou na reelaboração das ações do projeto, que está buscando identificar estratégias para viabilizar a produção e a comercialização de produtos artesanais para os turistas do PNC e entorno, de forma que os mesmos, contribuam no processo de fortalecimento da identidade da comunidade, bem como voltem a complementar a renda familiar das integrantes. E, consequentemente, possam contribuir também, para fortalecer a cultura criativa e o desenvolvimento sustentável deste território, bem como a conservação do PNC.
          Nesta perspectiva, buscou-se    promover o diálogo e viabilizar meios para o estabelecimento de parcerias desses grupos com instituições de atuação local e realizar atividades de sensibilização e capacitações sobre   Educação Ambiental e Turismo, Produção Artesanal, Autogestão e Empreendedorismo, entre outras, utilizando-se ferramentas participativas para trabalhos socioambientais.  
         Neste ano, a atuação do projeto foi fortalecida pelo estabelecimento de parceria com a Associação de Mulheres Rurais de Espera Feliz, MG (Figura 1) , o que possibilitou iniciar as   etapas de sensibilização e capacitações com um grupo piloto, constituído de 20 mulheres, moradoras do entorno ( Figura 2), por meio do desenvolvimento do Projeto CAPACITANDO MULHERES DO CAPARAÓ, contemplado pelo Edital PAEx 2017.  Além disso, também firmou-se parceria com o Circuito Pico da Bandeira e Secretaria de Turismo de Espera feliz, visando a realização de ações conjuntas e ampliando a aproximação entre a universidade, a comunidade e instituições local.
          Veja abaixo, fotografias de apresentação do Projeto e estabelecimento de parceria.
2

Figura 1: Reunião com a Associação de Mulheres Rurais de Espera Feliz/MG

1

Figura 2: Grupo Piloto na Oficina 1 – Educação Ambiental e Turismo – São José – Zona Rural de Espera

 
                  

 

28 setembro

Coordenadora: Sandra Meire Guimarães
Equipe: Márcia Helena Batista Corrêa da Costa e Raímme Mayra do Nascimento Sousa
 
           O meio rural no Brasil vem adquirindo novas funções não-agrícolas, abarcando atividades econômicas dos setores secundário e terciário. A nova configuração espacial estabelece limites tênues entre o rural e o urbano. Os resultados são o esvaziamento de mão-de-obra nas atividades agrícolas e a crescente demanda por alimentos. A situação influencia as práticas de produção da agricultura familiar e amplia as contradições que envolvem a realidade do pequeno produtor, estimulado a atender diretrizes da política de qualidade e sustentabilidade da produção, ao mesmo tempo, o crescente modelo produtivo do agronegócio, focado na lógica capitalista de mercado.
           Nesta perspectiva, a agricultura familiar no Brasil caracteriza-se como um segmento que exerce importante papel na segurança alimentar e nutricional, na proteção ao meio ambiente, na geração de emprego e renda e no desenvolvimento local. Destaca-se como um fator redutor do êxodo rural e fonte de recursos para as famílias. A fim de alcançar resultados afirmativos foi criada no Brasil a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (PNSANS), em 2006, por meio da Lei Federal n. 11.346. Desde então, além de propor uma estrutura intersetorial envolvendo as áreas diretamente ligadas à produção, comercialização e consumo de alimentos, foi instituído o controle social para definir as prioridades da política. Todavia, a consolidação da Política de SANS depende ainda do estabelecimento efetivo de interfaces diretas com diversas políticas públicas, especialmente dos setores de educação e de saúde, tais como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e a Política Nacional de Promoção à Saúde (2006), o Programa Saúde na Escola (2007) e outras ações intersetoriais e estratégicas de promoção da alimentação saudável.
             O PNAE, regulamentado pela Lei Federal n. 11.947/2009, no artigo 14, determina que, no mínimo, 30% do total do recurso repassado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para financiamento da alimentação escolar, devam ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar. Tal dispositivo impactou a renda anual dos agricultores familiares, injetando cerca de R$ 20 mil, e ampliou o mercado institucional com a garantia de comercialização de produtos da agricultura familiar no período letivo.
              Diante das questões expostas as atividades extensionistas propostas neste estudo visam contribuir com o processo de formação e capacitação dos atores envolvidos na implementação da Política de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) do município de Cláudio, oeste de Minas Gerais. O curso oferecido objetiva orientar sobre a regulamentação, a estrutura e organização da política; sobre as interfaces com outras políticas públicas; o papel do controle social por meio das Conferências e Conselhos; as instâncias operacionais intersetoriais e governamentais; e os marcos legais da política. A relevância da proposta consiste em estender à sociedade civil o protagonismo na construção de uma política pública que visa garantir o direito humano à alimentação adequada e saudável. Assim como, a extensão universitária, juntamente com o ensino e a pesquisa, possibilitam a participação de aluno(a)s na implantação da política pública numa relação dialógica com a sociedade e com o Estado.
            O trabalho de campo envolve a EMATER local, a Associação dos Produtores da Agricultura Familiar (APAF), Secretaria Municipal de Saúde, Assessoria de Promoção Social, Secretaria Municipal de Educação, e quatro escolas públicas, duas municipais e duas estaduais, localizadas nas Regiões 1 e 2 de planejamento do Município, sendo entrevistados diretores, cantineiras, professores, alunos e familiares. Cláudio, município com 25.771 hab, (IBGE, 2010), tem 1.797 agricultores familiares com a Declaração de Aptidão do Produtor (DAP) e apenas 25 deles comercializam com o mercado institucional. Chama atenção ainda, o fato de o Município não dispor de Conselho de SAN, instância imprescindível para a implantação da política e para o reconhecimento de que a agricultura familiar representa importante papel na segurança alimentar e nutricional, na proteção ao meio ambiente, na geração de emprego e renda e no desenvolvimento local, e na interface da produção agrícola com a promoção social, com a educação e com a saúde, eixos da proposta de capacitação para a política. A proponente e coordenadora deste projeto de extensão integra o corpo de docentes-pesquisadores da Linha de Pesquisa e Extensão em Segurança e Soberania Alimentar e Nutricional (SAN) do Núcleo de Saúde da UEMG Unidade Divinópolis, e, por isso, formalizou parceria com a unidade de Cláudio. A citada linha de pesquisa e extensão conta com uma equipe multidisciplinar, que desenvolve trabalhos desde 2014, em parceria com a FAO-Bolívia e com a Universidad Mayor de San Simon, também na Bolívia. Inicialmente, a equipe da qual a coordenadora desta proposta faz parte, executou projeto com financiamento do CNPq (chamada 082/2013), e se propôs avaliar um programa da política de SANS na região sudeste de Divinópolis, MG.
             A equipe tem experimentado a aplicação da avaliação de quarta geração como metodologia qualitativa de análise da interação entre os setores e a implementação da política de SAN na região. Para a interpretação da realidade utiliza-se o círculo hermenêutico-dialético, uma técnica de análise que retorna aos respondentes, em um movimento circular, a fim de confrontar e, então construir posicionamentos consensuais ativos, resultantes do diálogo intra e inter os grupos de interesse e pesquisadore (a)s. Os resultados revelam reivindicações, preocupações e questões (RPQs) relevantes para os grupos de interesse envolvidos. A Avaliação de Quarta Geração tem como fundamento o paradigma construtivista, inspirado no entendimento de que existem muitas realidades socialmente construídas e, por isso, o investigador e investigado estão entrelaçados.

15 setembro

Coordenadora: Profª. Drª. Elizete Oliveira de Andrade – UEMG / Unidade Carangola
Integrantes
Profª. Bióloga e Técnica Ambiental: Francilene Teodoro Tinti – Secretaria Municipal de Educação de Carangola
Técnico em Práticas Agrícolas: Thompson Faria Coelho
Biólogo Entomólogo: Wanderley Tadeu Tinti – Pastoral da Terra
Técnica da UEMG / Unidade Carangola
Maria de Fátima Gomes Gallo Bevilaqua
Bolsista de Iniciação Científica
Samuel Martins de Lemos – Estudante do Curso de Pedagogia
Parcerias
Secretaria Municipal de Educação de Carangola/MG
Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente
 
O município de Carangola se encontra na Zona da Mata Leste de Minas Gerais e possui seis escolas do campo localizadas nas comunidades rurais: Barroso (E. M. São José do Barroso); Conceição (E. M. João Batista Grossi e E. M. Raymundo Lopes Rosado); Lacerdina (E. M. Profª. Wanda Maria Motta Macedo); São Bento (E. M. Bertholdo Cardoso dos Reis) e São Manoel (E. M. Juca Salomé). São escolas que atendem crianças e adolescentes entre 04 a 14 anos.
Preocupados com a segurança alimentar dessas crianças e adolescentes, bem como das comunidades envolvidas, o Projeto vem ao encontro de práticas sustentáveis para a Educação Ambiental e a produção de alimentos livres de agrotóxicos. Nossa intenção é  gerar a consciência ecológica em cada indivíduo sobre o desenvolvimento sustentável no território escolar e do seu entorno. Este projeto consiste então, em despertar a aprendizagem numa perspectiva socioambiental e interdisciplinar usando como recursos palestras e oficinas voltadas à temática, bem como a criação da horta nas Escolas do Campo do município de Carangola. Busca-se ainda, incentivar a relação das crianças com a natureza e abordar os impactos que suas ações podem causar no meio ambiente, além de estimular a consciência ecológica nos indivíduos envolvidos no Projeto sobre o desenvolvimento sustentável no território escolar e no seu entorno.2             4
                                       Fonte: Francilene Tinti (maio de 2017)

19 outubro

Projeto: “A constituição de Associações Comunitárias: fortalecimento de Comunidades Rurais”.


Coordenadora: Profª. Drª. Elizete Oliveira de Andrade
Professores Participantes: Luis Américo Bertolaci Júnior e Tarcísio Glauco da Silva
Estudantes: Eva Braga Carvalho, Erinéia Braga Carvalho e Silva e Kleyston Marlon de Moraes Barcelos

               São muitos os problemas que afetam, diariamente, a vida dos moradores de comunidades rurais, como estradas ruins, concentração de lixo e entulhos, falta de atendimento médico, falta de escolas, uso indevido e descontrolado de agrotóxicos nas plantações, dificuldade da comercialização da produção, entre outros. Dessa forma, nossa intenção é colaborar para o fortalecimento dos/as moradores/as de comunidades rurais de modo que consigam atender as demandas sociais inerentes à realidade local. Dessa forma, o objetivo principal deste projeto extensionista é propiciar as condições estruturais para a criação de Associações de Moradores de Comunidades Rurais no município de Carangola/MG. Percebemos que nas comunidades rurais em que há Associações de Moradores, torna-se mais fácil encontrar melhores soluções para os conflitos que a vida em sociedade apresenta e para as demandas existentes. É denominado Associação, qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou outras sociedades jurídicas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados. Desse modo, a Associação é uma forma jurídica de legalizar a união de pessoas em torno de seus interesses. Sua constituição permite a construção de melhores condições do que aquelas que os indivíduos teriam isoladamente para a realização dos seus objetivos (SEBRAE, 2009). O projeto piloto está auxiliando os moradores/as da Comunidade Rural Furriel, Carangola/MG, na constituição de sua Associação. Suas ações já trouxeram frutos e o maior deles é a criação da “Associação dos Moradores da Comunidade Furriel”, em 14 de maio de 2016. No dia 02 de julho de 2016, foi inaugurada sua sede.

            Torcemos pelo sucesso dos/as moradores/as da Comunidade Furriel no que se refere aos seus objetivos coletivos e individuais!

Sem título

Sem título

19 outubro

Projeto: “Disseminação e Fortalecimento de Experiências Agroecológicas”.

Coordenadora: Profª. Me. Mariana Vilhena de Faria

Estudante Bolsista: Janderson Marcos Oliveira


Ao longo do ano de 2015 e 2016, temos desenvolvido dentro da Universidade do Estado de Minas Gerais – Unidade Carangola, o projeto “Disseminação e Fortalecimento de Experiências Agroecológicas”. Nosso objetivo é realizar encontros que chamamos de Intercâmbios de Saberes Agroecológicos a fim de possibilitar atroca de experiências agroecológicas, visando construir alternativas para os problemas enfrentados no campo por agricultores e agricultoras do município de Carangola – MG.

Os Intercâmbios de Saberes são metodologias similares ao método Campesino a Campesino, desenvolvido ao longo da segunda metade do século XX por agricultores e organizações de países da América Central. De uma forma geral, seguem uma construção baseada em oito etapas: a primeira consiste na mobilização de agricultores de comunidades rurais de Carangola. Cada encontro acontece em uma propriedade diferente, de acordo com as demandas e a disponibilidade das famílias.

O Intercâmbio inicia-se com uma mística realizada antes da apresentação dos participantes e organizações. Em seguida, a família anfitriã conta um pouco de sua história e caminha-se pela propriedade a fim de identificar as características e impactos ambientais do local. Após essa etapa, os conhecimentos são partilhados, bem como sementes e mudas. Por fim encerramos com a mesa da partilha, momento em que os alimentos trazidos pelos participantes são compartilhados.

Ao longo do ano de 2016, construímos juntamente com os agricultores, encontros que trataram de temáticas ligadas a conservação da água, haja visto o contexto de escassez hídrica atual e às necessidades demonstradas pelos agricultores em recuperar os cursos d’água da região. Foram abordadas questões ligadas ao planejamento e diagnóstico ambiental, ao reflorestamento de nascentes e à construção de práticas relacionadas ao saneamento básico rural.

Acreditamos que através do diálogo entre os saberes populares e o conhecimento científico, estas ações têm contribuído pouco a pouco para o fortalecimento da agricultura familiar do município, disseminando experiências que buscam estabelecer uma relação mais harmônica com a natureza.

foto1

foto2

foto3

3 outubro

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG

UNIDADE ITUIUTABA

BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS VEGETAIS PARA PEQUENOS AGRICULTORES DE ITUIUTABA, MG


a) Mestranda Laura Maria Calegari (http://lattes.cnpq.br/2304390330990896) – Professora orientadora do projeto.

b) Dra. Clélia Aparecida Iunes Lapera (http://lattes.cnpq.br/3519670570262906) – Professora colaboradora.

c) MSc. Eloá Velasque Silva Borges (http://lattes.cnpq.br/5885477358171320) – Professora colaboradora.

d) Esp. Ubiramar Ribeiro Cavalcante (http://lattes.cnpq.br/3135256176392531) – Professor colaborador.

e) Ana Rosa Costa Ramos Silva e Walter Thomaz Franco Neto (bolsista) – Alunos do curso de Agronomia.

Este projeto foi planejado e apresentado a fim de atender e promover a capacitação de pequenos agricultores conveniados ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares de Ituiutaba-MG (STR), adequando ao que eles já plantam, quanto à melhoria das práticas de manejo corretas, tais como: adubação, tratos culturais, controle de pragas, entre outras que surgirem durante a execução do mesmo. As visitas nas propriedades dos agricultores são feitas periodicamente ouvindo suas necessidades, e dentro deste contexto, o plano de trabalho está passando por adequações pertinentes de acordo com as prioridades. Sendo realizada a capacitação técnica dos agricultores conveniados com o STR dando ênfase ao manejo de hortaliças, métodos de conservação pós-colheita e reaproveitamento das mesmas; orientação das rotinas e procedimentos que devem ser praticados nas várias etapas da elaboração de um produto alimentar de acordo com as normas técnicas estabelecidas, visando criar um diferencial competitivo que lhes permitam ganhar destaque no comércio local; palestras e distribuição de material didático voltado às famílias que estão envolvidas no processo da agricultura; auxílio ao manipulador de alimentos a compreender a influência dos fatores físicos, químicos e biológicos na qualidade e sanidade dos alimentos coletados, contribuindo assim para que não haja perda dos cultivos e para uma boa qualidade dos produtos que são comercializados, semanalmente, na feira livre que é realizada no espaço físico do Sindicato.

Figura 1 – cultivo de abobrinha Fonte: Autora do projeto

Figura 2 - informações sobre irrigação Fonte: Autora do projeto

Figura 3: Cultivo de alface Fonte: Autora do projeto

Figura 3 - Cultivo de alface
Fonte: Autora do projeto