16 agosto

ECONOMIA CRIATIVA – A HISTÓRIA E SETORES CRIATIVOS

A Economia Criativa faz parte do setor econômico que tem como foco as indústrias criativas (aquelas que utilizam a criatividade e as habilidades inerentes a cada um). De acordo com o MINC (2011, p. 22), também podemos definir como “um ato criativo gerador de um produto, bem ou serviço, cuja dimensão simbólica é determinante do seu valor, resultando em produção de riqueza cultural, econômica e social”.
O termo surgiu a partir de um discurso proferido pelo Primeiro-ministro da Austrália, intitulado “Creative Nation” (Nação Criativa), em 1994. A ideia chegou à Inglaterra em 1997, que investiu em parcerias público-privadas, buscando uma colaboração multissetorial para pesquisas de tendências de mercado e vantagens competitivas do país. No Brasil, as políticas públicas para a Economia Criativa ficam a cargo do Ministério da Cultura.
Com base na classificação dos setores criativos do Plano Nacional de Economia Criativa da Secretaria da Cultura (MINISTÉRIO DA CULTURA, 2011), temos a divisão em quatro grupos:
Patrimônio – sítios culturais (arqueológicos, museus, bibliotecas e galerias) e manifestações tradicionais (arte popular, artesanato, festivais e celebrações);
Artes – artes visuais (pintura, escultura e fotografia) e artes performáticas (teatro, música, circo e dança);
Mídias – publicações e mídias impressas (livros, jornais e revistas) e audiovisuais (cinema, televisão e rádio);
Criações funcionais – design (interior, gráfico, moda, jóias e brinquedos), serviços criativos (arquitetura, publicidade, P&D Criativos, lazer e entretenimento) e novas mídias (softwares, jogos eletrônicos e conteúdos criativos digitais).

 

 


O ato de inovar pode ser traduzido como a necessidade de criar novas soluções e estratégias, para atingir determinado objetivo. A inovação é uma grande ferramenta para o desenvolvimento econômico da sociedade e cada vez mais o tema deve ser discutido nas escolas e universidades.

 


A Economia compartilhada tem como foco a diminuição de gastos na aquisição ou uso de algo para dois ou mais indivíduos, contribuindo também para a redução do impacto ambiental, e para a oportunidade de acesso a determinados bens e serviços que individualmente não estariam ao alcance.